Sintese:
Perguntamos ao governador Fábio Mitidieri quando ele iria voltar a dialogar com o magistério e ele respondeu com desdém “quando Deus quiser”. E não se surpreenda porque é esse tratamento que é dado à luta dos professores e professoras de Sergipe. É esse o tom de todas as conversas e negociações. Reformar escolas e investir em obras estruturais não são mais que obrigação do governo. Valorizar professor e professora, dando condições reais de trabalho e ensino, remunerado corretamente, sem engodos e penduricalhos, isso não acontece.





