Virou rotina: quando a Câmara dos Deputados precisa decidir temas relevantes para o país, Fábio Reis simplesmente não aparece. Entre afastamentos, atestados, licenças e justificativas diversas, o que se vê é a falta de comprometimento de um parlamentar que deveria representar a população com clareza — dizendo SIM ou NÃO. Mas, de Fábio, só se presencia o silêncio, a omissão e a fuga covarde de quem não quer se comprometer.
Enquanto isso, a população começa a enxergar o modus operandi do deputado. No final de semana, Fábio Reis demonstra plena disposição: anda a cavalo, participa de eventos, circula em agendas públicas.
Mas quando chega a semana, coincidentemente sempre em dias de votações importantes, surgem atestados, doenças e afastamentos que o impedem de cumprir seu dever.
E são justamente nesses momentos cruciais para a população e para a democracia que Fábio escolhe desaparecer.
A pergunta que ecoa é inevitável:
É isso que se espera de um representante?
Covardia? Fraqueza? Omissão planejada?
O mandato não é lugar de fuga. É responsabilidade. E Fábio Reis tem repetidamente mostrado que não está disposto a exercê-la.





