Rei das crises: Sérgio Reis pune servidores e afunda Lagarto em mais um decreto de desespero

Os servidores públicos de Lagarto foram surpreendidos nesta sexta-feira (17) com mais um golpe da gestão do prefeito Sérgio Reis (PSD). Publicado no Diário Oficial do Município, o Decreto nº 1.292/2025 suspende o pagamento de todas as gratificações e jetons de comissões e conselhos municipais entre 1º de outubro e 31 de dezembro deste ano.

Na prática, a medida reduz diretamente a renda de centenas de servidores, entre efetivos e comissionados, justamente aqueles que sustentam o funcionamento da Prefeitura, mesmo em meio ao caos administrativo que tomou conta da gestão Sérgio Reis.

A justificativa oficial fala em “necessidade de alcançar os limites de despesa com pessoal”, conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal. Mas o discurso de austeridade cai por terra quando se descobre que nesta mesma semana a Prefeitura homologou um contrato de quase R$ 1,9 milhão para serviços de comunicação e publicidade.

Ou seja: falta dinheiro para o servidor, mas sobra para propaganda.

O decreto escancara o colapso administrativo e financeiro que Lagarto enfrenta. O prefeito, que começou o ano decretando emergência econômica, reeditou o mesmo expediente em julho, suspendendo repasses a eventos culturais e esportivos. Agora, atinge diretamente o bolso do funcionalismo. Em menos de 10 meses, são três decretos de desespero.

A cada nova medida, fica mais evidente o que o vereador Fernando Moura já havia alertado: “Sérgio Reis quebrou Lagarto em menos de 10 meses.” A prova está aí. O prefeito está perdido, sem rumo, sem controle e sem saber o que fazer.

A gestão que prometia eficiência se tornou um retrato do improviso e do desgoverno. Lagarto vive um verdadeiro colapso administrativo e financeiro, com servidores revoltados, contas desorganizadas e uma prefeitura que parece ter perdido completamente a direção.

 

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